Prive Contos Eróticos – Pintolândia Gay | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru Só mais um site WordPress Sat, 15 Aug 2020 23:06:52 +0000 pt-BR hourly 1 /> Prive Contos Eróticos – Três pedreiros encheram o meu cú de esperma | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/08/26/prive-contos-eroticos-tres-pedreiros-encheram-o-meu-cu-de-esperma/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/08/26/prive-contos-eroticos-tres-pedreiros-encheram-o-meu-cu-de-esperma/#respond Wed, 26 Aug 2020 22:54:37 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/?p=5281 Há algum tempo atrás eu estava de licença do meu serviço e fiquei alguns meses em casa. Nessa época, coincidiu que o meu pai havia contratado uns pedreiros para fazer uma reforma na casa e eu passava o dia em casa ouvindo eles trabalharem e mexendo na internet, em geral batendo punheta na frente da …

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Há algum tempo atrás eu estava de licença do meu serviço e fiquei alguns meses em casa. Nessa época, coincidiu que o meu pai havia contratado uns pedreiros para fazer uma reforma na casa e eu passava o dia em casa ouvindo eles trabalharem e mexendo na internet, em geral batendo punheta na frente da webcam. 
O meu quarto tem duas portas, uma que eu uso para entrar e sair e outra que sempre fica fechada pelo outro lado, dando direto para uma peça ao lado do meu quarto. A disposição da mesa no meu quarto fica de tal forma que eu sempre fico de costas para essa porta que nunca é usada. Às vezes eu até esqueço que ela existe. Então, quando eu fico pelado na frente do computador, eu sempre fico de costas para essa porta.
Acontece que os pedreiros estavam trabalhando na peça que fica atrás de mim e eu, acostumado a bater punheta na frente da webcam, simplesmente continuei meus hábitos, sem suspeitar que os pedreiros estavam me olhando por trás.
Outra coisa também que eu costumo fazer na frente da webcam é enfiar um pênis de borracha bem grande no meu cú. Como eu percebi que são muitos mais homens do que mulheres que viam minha webcam, eu comprei esse penis de borracha para me exibir para o publico gay. 

E numa bela tarde, só eu e os pedreiros em casa, como de costume eu abro o computador e começo minha seção de enfiar o consolo no cú, na frente da cam. Nem me passava pela cabeça que os pedreiros estavam me olhando pela fresta da porta que fica logo atrás e estavam vendo tudo. Eu notei que de repente o barulho que eles faziam no quarto atrás havia parado, mas eu nem liguei e continuei a enfiar o consolo no meu cú, me exibindo na webcam. De repente eu levei um susto, porque ouvi um barulho logo atrás de mim, de fechadura sendo aberta e quando eu olho para trás a porta está aberta com os três pedreiros me olhando e dois deles já com pau duro se masturbando e sorrindo pra mim. Eu fiquei apavorado e paralisado, nem sei o que me passou pela cabeça na hora: Eles vão falar para os meus pais? Vão contar para a cidade inteira o que eu estava fazendo?. Mas eles não disseram nada. Então o pedreiro que estava batendo punheta apontou o pau para mim e disse: chupa. Eu levantei e fui chegando perto dele, me ajoelhei e comecei a chupar aquele cacete. Nossa que delicia. Os outros dois tiraram a roupa, pegaram um pote de vaselina que estava no meu quarto e que eu usava para lubrificar o consolo e passaram no pau e no meu cuzinho e disseram: Agora você vai sentir o que é uma rola de verdade seu viadinho. E então ele enfiou aquele pau delicioso no meu cú. Eu nem senti dor porque meu cú já estava dilatado por causa do consolo, que era maior do que pau deles, mas confesso que sentir um naco de carne no cú, é a melhor coisa do mundo.
O terceiro pedreiro eu comecei a bater punheta e a revezar a chupada no pau dele e do outro, enquanto o chefe deles fodia o meu cú sem dó.
Nisso um dos que eu chupava o pau, se afastou e foi até a calça no chão e tirou o celular do bolso e começou a tirar fotos da cena. Na hora eu nem liguei, achei muito legal que ele quisesse registrar a cena.
 
Naquela tarde os três comeram o meu cú e gozaram dentro. Na hora o tesão foi tanto que nem pedi que eles usassem camisinha, além do fato de que eu tenho um certo fetiche por esperma. Só fiquei triste naquele dia, porque nenhum deles gozou na minha boca e não pude sentir o gosto da porra de nenhum deles. Mas o meu cuzinho ficou cheio de esperma, bem do jeito que gosto. Nossa, aquela tarde foi demais. Saía até sangue do meu cú de tão esfolado que ele ficou. Eles ficaram me comendo por várias horas. Teve uma hora que começou a sair esperma do meu pau, sem nem ao menos eu ter tocado nele!!. Eu estava chupando um, e batendo punheta no outro enquanto o terceiro fodia o meu cú bem rápido e sem dó e de repente o esperma começou a sair do meu pau, que nem sequer estava duro, pois eu não me masturbei já que estava ora punhetando um e chupando o outro e abrindo a bunda para o terceiro. Foi muito linda aquela cena. Depois eu pesquisei na internet e descobri que é possível ejacular sem tocar o pênis, se a próstata for massageada através do reto. Foi isso o que aconteceu.
 
 

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Prive Contos Eróticos – Com o Skatista na chácara | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/06/17/prive-contos-eroticos-com-o-skatista-na-chacara/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/06/17/prive-contos-eroticos-com-o-skatista-na-chacara/#respond Wed, 17 Jun 2020 19:32:08 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/?p=5177 Bom, sou um cara Bi, casado, esposa nada desconfia. Tenho 28 anos, 1,76m, 76kg, olhos claros, enfim, não me considero feio, mas longe de ser um desses que chama atenção por onde passa. O fato que passo a narrar, aconteceu a pouco tempo, precisamente dia 07 de janeiro de 2013. Enfim, voltei das férias e …

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Bom, sou um cara Bi, casado, esposa nada desconfia. Tenho 28 anos, 1,76m, 76kg, olhos claros, enfim, não me considero feio, mas longe de ser um desses que chama atenção por onde passa.

O fato que passo a narrar, aconteceu a pouco tempo, precisamente dia 07 de janeiro de 2013.

Enfim, voltei das férias e meu primo mais novo, ganhou dos pais um skate de natal, mas estava meio frustrado pois não tinha um local adequado para usar seu skate. Certo dia, ele chega pra mim e pede pra que eu o leve a uma pista de skate que tem na cidade. Detalhe, sempre passo por ali, pra ver os gatinhos andando na pista. É óbvio que na hora, aceitei leva-lo pra lá, afinal, seus pais não deixariam ele sair sozinho. Pegamos meu carro e fomos pra lá. Quando chegamos, tinha umas crianças brincando e ele ficou treinando as manobras sozinho na pista e eu, fiquei com meu tablet sentado a beira da pista, organizando alguns assuntos que tinha pra resolver.
Alguns minutos se passaram, e chegaram alguns jovens, cara de poucos amigos, afinal a pista, mesmo sendo pública, é comandada por eles. E no meio deles estava o Juan, um garoto de 18 anos, que já tinha visto andando na pista algumas vezes, o mais gostoso da turma. Ao se aproximar, viu que meu priminho estava se batendo com seu skate e ofereceu ajuda imediatamente. – Quer que te ensine umas manobras Alex? – Perguntou educadamente. Meu primo aceitou e ficaram treinando por algum tempo. Eu vez em quando, dava umas espiada, pra ver aquele gatinho ajudando meu primo, e confesso que por alguns minutos, queria estar no lugar dele, pra segurar em seu corpo enquanto me equilibrava no skate.
Algum tempo após treinarem, veio meu primo e pediu uma água, pois estava um dia abafado. Fui até uma conveniência que tem perto da pista e comprei 3 garrafinhas de água e entreguei pro meu primo que ofereceu uma pro seu novo amigo. Vieram até meu lado, Juan sentou ao lado do meu primo, tomou sua água, descansou um pouco e convidou meu primo pra treinar mais um pouco. Nisso ele levanta e tira a camisa, bem em minha frente. Nessa hora eu fiquei doido. O carinha tem um corpinho todo definido, pele branca mas bronzeada de sol, cabelos claros, curtos, olhos verdes, sem barba, todo lisinho. Na hora não consegui disfarçar e fiquei atento observando seu abdômen suado. Acho que ele percebeu, mas levou na “esportiva”. Foram treinar mais um pouco e numa daquelas rampas, meu primo cai do seu skate e tem algumas leves escoriações no braço e no peito. Levantei correndo e fui ajuda-lo, que na hora, pelo susto da queda, começou a chorar. Nisso veio Juan e todo nervoso veio já perguntando como ele estava e pedindo desculpas por ter deixado ele cair.
Na hora estava nervoso também, afinal meu primo estava chorando muito e com sangue em seu corpo. Na hora falei – Ajuda a levar ele até o carro, vou leva-lo ao hospital, pode ser que tenha quebrado o braço – afinal ele não conseguia mexer. Ele ajudou a levar meu primo até o carro, pegou o skate dele que tinha ficado na pista e parou ao lado da porta. Pedi pra que colocasse o skate no porta malas. Ele colocou lá e perguntou:
– Quer que eu vá com vocês até o hospital? Posso tentar ajudar e… – Nessa hora eu falei, entra ai e vamos lá.
Ele sentou no banco de trás, afinal meu primo estava berrando no banco da frente e fui rapidamente até o hospital. Chegando no Pronto Atendimento, logo desci do carro e veio a enfermeira com uma cadeira de rodas. Coloquei meu primo sentado ali e quando fui falar pro Juan aguardar na recepção, notei que ele ainda estava sem camisa. Falei pra ele colocar sua camisa e esperar na recepção e para minha surpresa, ele me responde:
– Fiquei muito nervoso na hora e esqueci minha camisa lá na pista. Acho que não posso entrar assim ali.
Eu disse: Poxa, claro que não, mas fica ai no carro que vou ficar lá com meu primo, logo volto e te levo de volta pra pista. Tudo bem, ele respondeu.
Entrei no Pronto Atendimento e meu primo já estava sendo avaliado pela médica plantonista, sendo constatado apenas alguns arranhões no braço e no peito, mas nada quebrado. Enfim nada de grave. Fomos atendidos e liberados.
Quando chego no carro, para minha surpresa, o garoto estava “fuçando” no meu tablet, afinal, deve ter pensado que iriamos demorar mais lá no PA. Abri a porta e olhei sério pra ele, afinal, além de não gostar que mecham em minhas coisas, tinha alguns vídeos eróticos gays e bissexuais ali.
Na hora nem me liguei que ele pudesse ter visto algo, entrei no carro e fui levar meu primo até em casa, pois ele tava todo manhoso pelo tombo. Cheguei na casa de meu tio e deixei aos cuidados de sua mãe, que ficou “poderosa” por o filhinho ter se machucado.
Voltei ao carro, Juan ainda estava no banco de trás. Chamei ele pra vir pra frente, quando veio, notei que estava estranho, meio “arisco”… Fui leva-lo a pista de skate pra pegar suas pertences que tinha lá deixado, e no caminho comecei a conversar com ele. Papo de skate, do tombo enfim, assuntos diversos, mas quando paro no semáforo, olho pra ele e percebo que ele está com a mão em cima do pau. Notei que ele me olhava e ficava receoso, com um olhar desconfiado na face.
Foi quando perguntei pra ele se importava de passar em minha casa antes, eu iria trocar de carro e iria pra chácara da família. – Tudo bem, disse ele, e fomos até minha casa. Estava sozinho em casa, minha esposa estava de férias na praia ainda, mas não convidei pra entrar em casa nem nada, apenas cheguei, peguei a caminhonete e saí.
Ele entrou na caminhonete e quando saímos de casa, ele logo comentou: Pô cara, me amarro em chácara, natureza, animais, meio querendo ser convidado pra ir comigo até a chácara. Eu senti o convite e disse: Pode ir comigo se quiser.
– Beleza, preciso pegar minha camiseta e meu skate que ficaram lá na pista.
– Sem problemas, é caminho mesmo – respondi. E logo chegamos, ele pegou as coisas dele, tinha apenas um menino na pista, ele se despediu e fomos adiante.
No caminho, notei que ele continuou sem camisa. Eu, já com tesão do caralho, mas não querendo dar bandeira, comecei a perguntar se ele tinha namorada, se costumava sair a noite e tal, ele só respondeu que não namorava e que também não costumava sair. Achei a resposta meio estranha e logo chegamos na chácara.
Ao chegarmos lá, um lugar próximo a cidade, mas com muita natureza em todo o canto, e uma piscina em frente a casa, na hora ele falou – Meu, maneira sua piscina cara. Respondi, quer cair na água, fique a vontade. Ele na hora disse não e ficou envergonhado de ter pedido pra tomar banho.
Tratei os bichos lá, os cachorros, as galinhas e fui até a casa, sempre com Juan sem camisa ao meu lado, perguntando várias coisas sobre o local, os animais. Eu sempre que podia, dava uma observada atenta em seu corpo.
Quando acabei de tratar os bichos, fui até a casa e percebi que havia esquecido a chave da casa dentro do outro carro, e que não teria acesso ao interior da casa. Mas isso não era problema, afinal, não precisava de nada de dentro da casa. Fomos até a frente da casa, e sentamos a beira da piscina. Ele novamente disse: Meu, muito massa essa piscina ai. Eu novamente falei pra ele, quer entrar, fique a vontade. Na hora ele e olhou e respondeu: Mas não trouxe toalha, sunga, nada, ai não dá né? Eu de imediato disse, é só pular de cueca, ou pelado mesmo, afinal, não trouxe a chave pra pegar uma toalha dentro da casa.
Nessa hora ele me olhou e perguntou:
– Você vai tomar banho também?
– Cara, também não tenho toalha e não quero molhar os bancos do carro.
– É, só se entrar pelado ele retrucou. Na hora meu coração quase parou. Era a oportunidade que eu teria de ver aquele tesão pelado dentro da piscina, e de quem sabe, passar a mão de “raspão” em seu corpo. – Pode ser então, quem vai primeiro? – falei pra ver se ele toparia ainda.
Mal terminei de falar, ele se levanta, tira sua bermuda e vejo um volume em sua cueca. Também tirei minha camisa, minhas calças e quando vejo, ele se joga na piscina, completamente nu.
Também tirei a cueca e pulei junto antes que ficasse com vergonha, mas eu estava visivelmente excitado em saber que estava pelado com aquele gato dentro da piscina.
Mergulhamos um pouco, nadamos e uma hora paramos um em frente ao outro na borda da piscina.
Vi que ele me olhava de modo estranho, até que perguntei a ele: – Qual é Juan, tá estranho cara? Tá com frio? Perguntei ironizando Ele disse – não cara, to cabulado, afinal nunca sonhei estar numa piscina pelado com outro cara. Na hora eu ri, mas achei a deixa pra tentar algo com ele:
– Bom, tudo tem sua primeira vez cara. Continuei rindo e perguntei: Na boa, nunca fez nada com outro homem?
– Ta maluco brow, sou macho, curto mulher e tals – meio nervosinho e vermelho de vergonha.
– Calma Juan, já experimentei e não achi ruim não, aliás hoje tenho minha mulher mas curto uma sacanagem de vez em quando.
– Como assim… Você sai com outro homem? – Pergunta ele assustado.
– Já sai sim Juan, e foi muito bom, o toque, a química, a sensação é outra, foi muito massa. – Nisso olho pro pau dele e vejo que estava tendo uma ereção. Não deixei ele responder nem pensar e rapidamente digo: Quer experimentar? E vou até ele e pego em seu pau.
Na hora ele ficou calado, tremia mas não reagiu ao toque, apenas ficou imóvel encostado na borda da piscina, com o corpo quase todo coberto de água.
Em seguida, comecei uma punhetinha leve pra ele e fui passando a outra mão pela sua barriguinha sarada, seu umbigo, seu peito, quando ele esboçou uma reação, na hora mergulhei e abocanhei seu pau. Chupei rapidamente, pois estava debaixo d’água, e quando subi, me abracei com ele e fiquei roçando meu pau com o dele.
Fiquei assim por uns minutos e falei:
-E ai, ta gostando? Você não vai ser menos homem de ter ficado comigo aqui.
Ele ficou calado e começou a tocar punheta pra ele mesmo enquanto eu acariciava seu corpo, sua bunda.
Coloquei ele sentado em cima da borda da piscina e saí da água também, comecei a masturba-lo e coloquei a mão dele sobre meu pau. Ele começoau uma leve punheta pra mim, e me olhava desconfiado. Pedi pra ele se poderia chupa-lo, ele ficou só olhando e não falou nada.
Desci minha cabeça, beijando todo seu abdômen e quando cheguei ao pau dele, vi o quão gostoso era.
Tinha uns 18 cm duro, mas rosadinho, com os pentelhos aparados, cabecinha lisinha. Cai de boca naquele pau. Fiquei chupando seu pau, quando vi que el começa a se agitar. DO nada ele sai da água, deita no chão e faz sinal pra eu deitar também. Deitei por cima dele e fui virando até meu pau se aproximar da boca dele. Ele começou a tocar punheta e logo, colocou meu pau todo na boca.
Na hora quase gozei, tive que me segurar, mas ficamos num 69 maravilhoso por algum tempo, até que ele diz:
– Vou gozar cara!
Nisso tirei minha boca e comecei a punheta-lo com mais força até que gozou em sua barriga. Nisso fui em cima dele e me masturbei até gozar na barriga dele também.
Ficamos assim por algum tempo, enquanto eu espalhava nossa porra pela barriguinha sarada dele até que nos olhamos e nos beijamos.
Semana que vem tem mais, comentem critiquem, elogiem. Semana que vem posto o fim do nosso encontro.

 Escritor:
  
 

 

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Prive Contos Eróticos – Médico do Cacetão | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/05/08/prive-contos-eroticos-medico-do-cacetao/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/05/08/prive-contos-eroticos-medico-do-cacetao/#respond Fri, 08 May 2020 23:55:00 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2015/12/03/prive-contos-eroticos-medico-do-cacetao/   Olá. Eu sou um cara que fiz 19 anos há pouco tempo. Moreno claro, olhos castanhos, cabelo preto, 1,67 de altura, ombros largos. A minha história erótica aconteceu quando eu menos esperava. Desde dos meus 17 anos até atingir a maior idade eu tinha feito sexo com amigos da minha idade e sempre tive …

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Olá. Eu sou um cara que fiz 19 anos há pouco tempo. Moreno claro, olhos castanhos, cabelo preto, 1,67 de altura, ombros largos. A minha história erótica aconteceu quando eu menos esperava. Desde dos meus 17 anos até atingir a maior idade eu tinha feito sexo com amigos da minha idade e sempre tive muita vontade de fazer sexo com homens maduros de 20 e poucos anos. Uma noite, precisamente as 6hs da noite/tarde. Eu estava em casa me sentindo mal, foi quando tive a idéia de ir para um hospital com meu plano de saúde. No hospital cheguei no balcão para ser atendido e disseram que tinham disponível um clínico geral.Eu falei que tudo bem, iria esperar. Esperei, esperei e depois fui chamado para o consultório, a enfermeira tirou minha pressãoe depois disse que o doutor ja iria chegar.
Fiquei esperando, estava meio assustado, sempre tive medo de hospital e o cheiro e tudo mais. Quando o doutor chegou, ele era um cara alto, com um corpo esbelto mas bem alinhado, cabelos preto curto, olhos castanhos claros, fios de barba, vestia um jaleco, e entrou na sala fechando a porta e pegando muito dentro das calças, eu na minha mente inocente naquele momento não prestei tanta atenção e ignorei. Ele começou a perguntar, se apresentou, não lembro o nome dele mas vou chama-lo de Cacetão, vocês vão entender. Eu comecei a responder as perguntas deles, e enquanto ele estava do outro lado da mesa, ele se mexia muito e parecia meio suado, até passou pela minha cabeça que ele tinha feito alguma coisa com alguém antes, mas como eu penso muito nisso e fantasio muito, não liguei para o que eu estava pensando. Ele pediu para eu deitar na maca, e levantou um pouco minha blusa, eu fechei meus olhos e fiquei relaxando, achei que era de praxe (mas que mente inocente não?), ele continuou me examinando, colocou o aparelho de escutar o coração e depois ficou dando umas massagens circulares no meu peito, levantou uma vez a minha bermuda e viu minha cueca… continuei achando aquilo super normal, fazia pouco tempo que eu tinha completado 18 anos. Ele afastou meus braços enquanto estava de pé do meu lado me massageando, foi aí que senti um negoço duro encostando no meu braço direito, claro que eu sabia que era o pau dele, mas pensei que ele tivesse encostando porque a maca era baixa e não podia ser evitado, quanta inocencia a minha… Ele ficou encostando demais, ai eu começei a me tocar que aquilo não era uma consulta comum. Eu me mexi um pouco e ele perguntou se estava tudo bem, eu falei que sim, ai ele perguntou de novo, dessa vez ele esfregou nitidamente o pau por cima da calça no meu braço, bem, só um doido não entenderia o que isso queria dizer, começei a me excitar, ele perguntou se eu queria, tinha um sotaque meio mexicano e safado e era muito bonito, sorte minha, eu acho. Eu disse sim e ele foi logo tirando pelo zíper o pau dele, grosso, levemente moreno, com o cabeção, vou te contar, era enorme mesmo, mau cabia na boca. Eu começei a chupar e ele empurrando minha cabeça para eu ir mais fundo… mas não me engasguei, me entreguei ao momento sacana, era um pau digno de ser chupado, grandão, um cacetão… Uma baita vara. De vez em quando ele pedia para eu parar e olhava atrás daquela divisória que tem nas salas para dividir a maca da mesinha, para ver se a enfermeira não estava vindo. Aquilo, a tensão e a rapidez estavam me excitando cada vez mais. Eu fiquei lá chupando, ele pediu para mim virar, eu quis beija-lo ele exitou, não queria beijo, isso me irritou um pouco, ele nem chegou a tocar no meu pau, vai ver porque perto do dele era humuilhação… bem, mas ele pediu para eu virar e ficar com a bunda virada para ele, com os pés no chão e os braços na maca, ele baixou minha cueca, colocou um dedo no meu cu… fiquei com medo, era muito grande, ele ficou lá tocando no meu cú, deu mais uma olhada para ver se não vinha mais ninguém e perguntou se podia meter o cacetão dele em mim. Ele era safado, com um sotaque de matar, mexicano sei lá, aquele homem, com toda sua virilidade, devia ter uns 28 anos, novo, muito bonito, e educado, não fazia nada sem antes me perguntar. Eu numa erupção de tesão deixei, ele enfiou, por incrível que pareça não doeu nada! Acho que foi a massagem relaxante que ele tinha feito antes, ele ficou lá com movimentos rápidos, o cabeção do seu pau entrava e saia, enquanto eu encostado na maca, sentia o prazer, era muito gostoso, teve uma vez que ele enfiou bem fundo e eu senti um ardido pequeno, mas ai ele insistiu e passou, ele ficou me comendo, só naquela posição e não me tocava, nem fazia nada, só segurava minha bunda para pulsar com mais volúpia meu cu, eu fiquei gemendo baixinho e punhetando meu pau, depois ele tirou e pediu para eu ficar de frente para ele, eu fiquei e ja esperava a porra quente dele. Ele pediu par eu chupar, eu chupei… e depois gozou na minha cara. Ele não fazia nem um barulho, mas tinha um respiração ofegante que era de da o maior tesão, depois de estar com a cara toda gozada, ele guardou o cacetão dele dentro da cueca e me deu um papel para limpar a cara, limpei. Depois tentei beija-lo, ele exitou de novo. Mesmo sabendo que ele agiu feito um ativo que nem me tocava só ficava se esbaldando de prazer, como se eu fosse um objeto, eu gostei. Ai depois me vesti, ai ele sentou do lado dele da mesinha e olhou para mim como se nada tivesse acontecido, ficou lá dizendo que não viu nada demais no meu coração, mas era bom eu procurar um cardiologista,e que eu não me preocupasse. Eu fiquei olhando ele, até parecia que ele não tinha feito nada, aí a gente se comprimentou com a mão e ele disse para que tudo ficasse entre a gente, ai sim, percebi que não tinha sido imaginação, aconteceu mesmo. Fui embora do consultório morrendo de rir, não acreditava, eu sempre quis viver uma fantasia de filme porno, e assim do nada, me aparece esse cacetudo para realiza-la, quando eu apenas tinha intenção de me consultar. Foi uma noite e tanto, fiquei imaginando como pude aguentar um cacetão como o dele, acho que foi o prazer e tesão, e a tal massagem relaxante, Nunca mais fui nesse médico, não sei porque, mas lembro de ter visto uma aliança na mão dele. Era casado, acho que foi por isso, que agiu tão friamente me comendo, mais era um macho de respeito, e que macho. pode acreditar aconteceu mesmo, comigo, foi real e sacanage, pura. Agora todo médico que vou fico esperando uma coisa dessas acontecer de novo. Quem sabe aconteça. Mas foi muito bom. Muito bom mesmo, aquele médico do cacetão.Que médico.


 

 

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Prive Contos Eróticos – O Mendigo com 26 cm de rola | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/05/06/prive-contos-eroticos-o-mendigo-com-26-cm-de-rola/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/05/06/prive-contos-eroticos-o-mendigo-com-26-cm-de-rola/#respond Wed, 06 May 2020 20:24:00 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2016/01/06/prive-contos-eroticos-o-mendigo-com-26-cm-de-rola/   A historia que vou conta é verídica.  Em uma tarde de domingo em fevereiro/2013, estava sem fazer nada, peguei a bicicleta e sair pedalando a margem da br-101, cheguei a ponta da divisa era aproximadamente 16:00 horas, resolvi descer para tomar banho, para minha surpresa, tinha quatro homens andarilhos acomodados em baixo da ponte, …

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A historia que vou conta é verídica. 

Em uma tarde de domingo em fevereiro/2013, estava sem fazer nada, peguei a bicicleta e sair pedalando a margem da br-101, cheguei a ponta da divisa era aproximadamente 16:00 horas, resolvi descer para tomar banho, para minha surpresa, tinha quatro homens andarilhos acomodados em baixo da ponte, a principio temi, mas logo, um dele fez uma pergunta, dizendo, moço voce tem algum dinheiro, responde tenho R$10,00 Reais, ele me deu um abraço e disse beleza, peguei os R$10,00 Reais e dei para aquele homem, então ele disse fique a vontade, ninguém lhe mexe.

Ficaram os três e ele sumiu, minutos após retornou com litro de bebida alcoolica, como o local era deserto, tomei banho pelado, quando estava tomando banho, um deles desceu peladão e foi tomar banho também, quando avistei de longe aquele pelado com um cacetão enorme fiquei enlouquecido de tesão, mas o melhor ainda estava por vim, ele mergulhou e se aproximou de mim dizendo que água gostosa, você é desta região, respondi sim moro na cidade próximo…

Ele então disse gostei de você, você é legal, nada bobagens, mas me tremendo de tesão, ele percebeu e perguntou porque esta tremendo, sem vergonha respondi por que vi seu cacetão e estou me tremendo de tesão, ele então disse pode pegar é todo seu, comecei a chupá-lo, ele então disse vou lhe comer, tem anos que não meto em buraco…

Ele me convidou dizendo vamos para a margem do rio, lá fica melhor, eu respondi e os seus amigos, ele respondeu eles também vão adorar, então ele perguntou que tal passar os quatro, vamos fazer um suruba, tem coragem, respondi tenho, ele então disse tem um ali que vai arrombar o seu cu, a pica dele é 26 cms, ai me deu mais tesão, então resolvi da a ele na beira do rio como se fosse um convite para os demais perceber e me comer, não deu outra, quando ele estava me penetrando os tres perceberam e já desceram nus, realmente ele não mentiu, tinha um deles que o cacetão era aproximadamente uns 26 cm e grossão, neste momento a festa começou ou seja a safadeza ficou mais gostosa, era chupando um e outro me metendo, na hora do cacetão de 26 cms quase não coube em minha boca, quando ele foi penetrar, parecia uma gilete me cortando, foi rasgando tudo, mas aguentei, ele disse? eita viadão arretado? aguentou minha pica todo?

Quando o cacetão dele estava todo dento de mim eu gritava de dor e prazer dizendo mete me mendigo safadão, mete me mendingo predileto, resultado fiquei com eles até amanhecer do dia seguinte só trepando, fui para casa e depois retornei com bebidas e comidas, eles adoram e começamos a safadeza novamente, passei uns quinze dias sem poder sentar direito, mas valeu a pena. 


 

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Prive Contos Eróticos – A Alegria da Rapaziada da SuperVia | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/04/20/prive-contos-eroticos-a-alegria-da-rapaziada-da-supervia/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/04/20/prive-contos-eroticos-a-alegria-da-rapaziada-da-supervia/#respond Mon, 20 Apr 2020 04:49:29 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/?p=14690 Oi, eu sou do Rio, tenho 25 anos, 1,75 e 63 kg, sou magro mas tenho uma bundinha bem redonda e durinha, que chama bastante atenção principalmente em lugares públicos, Eu trabalhava no centro do Rio de Janeiro e tinha que pegar todo dia o trem de manha cedo de Campo Grande para a Central …

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Oi, eu sou do Rio, tenho 25 anos, 1,75 e 63 kg, sou magro mas tenho uma bundinha bem redonda e durinha, que chama bastante atenção principalmente em lugares públicos, Eu trabalhava no centro do Rio de Janeiro e tinha que pegar todo dia o trem de manha cedo de Campo Grande para a Central do Brasil, quem anda nos trens da supervia sabe que aquilo as 6hs da manha esta superlotado, eu sempre viajava nos primeiros vagões, que ficavam mais cheios ainda, era inevitável o contato com outras pessoas e as vezes umas encoxadas eram consequencia, so que, por mais ou menos um ano inteiro eu era a comidinha de três caras diferentes, praticamente todo dia eles se aproveitavam da minha bundinha, me faziam de putinha e eu adorava, me fazia de rogado e meio que deixava sem fazer resistência, so me preocupava em ninguém olhar ou perceber alguma coisa, mas no fundo eu tinha uma vontade louca de ser comido pelo vagão inteiro, sem cerimônia eles chegavam e começavam a brincar com meu cuzinho que so havia dado uma vez ate conhece-los. O primeiro era magro, parecia ter mais ou menos a minha idade e uma rola enorme, que chegava ate o meio da minha coxa, ele usava uma calca bem folgada pra eu poder sentir bem a pirocona, também gostava de meter a mao por dentro da minha calca e brincar com meu buraquinho, as vezes ele botava o pau pra fora e prendia no meio das minhas coxas, ficava num movimento de vai e vem, mas quando eu sentia que ele ia gozar acabava tirando a pica dele de perto de mim pra não sujar a minha calca jeans, ele também adorava quando eu ficava na pontinha dos pes depois de uma empurrada com forca, fazia questão de encaixar bem aquela pica gigante no meio da minha bundinha, ficava ate difícil de se equilibrar com aquela coisa gigante me socando sem pena. O segundo era já um coroa, era bem magro também e um pouco mais alto do que eu, também tinha uma rola bem grandinha que ficava dura em segundos, ele me estocava com tanta forca que às vezes eu pensava que ele podia me arrombar ali mesmo, no meio de todo mundo, era bem mais abusado que o primeiro, algumas vezes eu ia de calca de ginástica pra facilitar pra eles e ele abaixava um pouquinho e metia so a cabecinha, doía pra caralho, a cabeça do pau dele era bem grossa e eu nem podia abrir o meu cuzinho pra facilitar, agüentava tudo quietinho sem nem fazer cara de dor, o que parecia deixar ele mais maluco ainda, ele ainda ficava me chamando de putinha bem no meu ouvido, bem discreto, claro, pra ninguém perceber, ele já entrava no trem com a camisinha no pau dele pra poder meter um pouquinho, dava pra ver tudo embora eu estivesse de costas ( eu já entrava posicionado de costas pra eles pra garantir o prazer dos meus machos tão gostosos). O terceiro… aah o terceiro também era um coroa, era gordo, negro e tinha um bigode bem grande, foi dos três o que eu mais gostei e quem eu mais queria um vale a pena ver de novo, não por que ele também adorava meu cuzinho, mas por que ele fazia diferente, muito raramente ele me encoxava com o seu pau, ele gostava muito de brincar com os dedos, e fazia como ninguém, apertava a minha bundinha com forca (não que os outros não fizessem), ele abria o meu cuzinho por cima da calca com uma Mao e botava os dedos com forca, não parava um segundo, chegava ao ponto de eu ficar de pernas bambas, e tudo isso sem nem ao menos abaixar a minha calca, ele tinha maos muito fortes e eu ficava com aquele cheiro de macho todinho nas minhas costas quando era a vez dele, ele também gostava de botar o pau pra fora pra eu bater uma punheta pra ele, era muito gostoso e a rola dele não era muito grande, mas era bem grossa e quase não cabia na minha mao. O mais curioso era que os três aparentemente não se conheciam antes de começar a me abusar, eles não se falavam, era tudo subentendido, os dois coroas subiam no trem em Campo Grande e o novinho subia em Bangu, eles faziam uma espécie de revezamento entre eles, as vezes um me enrabava ate a Central e os outros ficavam so por perto, as vezes dois ou ate os três trocavam de lugar durante a viagem, ou então um me encoxava enquanto os outros so ficavam brincando com minha bundinha, eu chegava no trabalho com meu cuzinho todo ardido, a ponto de eu trabalhar algumas horas em pe, com a desculpa de estar com dor nas costas, mas era maravilhoso, foi assim durante uns 13 meses, eles as vezes colocavam calcinhas e perfumes por dentro da minha calca, que eu depois usava para agradar os meus machos, mas felizmente ( ou infelizmente neste caso rs) eu passei num concurso publico e hoje trabalho mais próximo de casa, nunca mais consegui pegar o meu trem do prazer, mas gostaria muito de trocar novas experiências com quem quiser me comer gostoso, minha bundinha sente tantas saudades dessa época… Em breve mais postagens contando novos episodios destes momentos maravilhosos.

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Especial – de Páscoa – Prive Contos Eróticos – Férias na Páscoa | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/04/12/especial-de-pascoa-prive-contos-eroticos-ferias-na-pascoa/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/04/12/especial-de-pascoa-prive-contos-eroticos-ferias-na-pascoa/#respond Sun, 12 Apr 2020 16:57:59 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/?p=7846   Fui convidado pelos meus futuros sogros a passar a Páscoa com eles e pus os cornos à minha namorada com o meu cunhado.       Estava um tempo do caraças! Há uns dias que não havia nuvens no horizonte. O Sol despontava todos os dias e as férias da Pascoa estavam ali mesmo …

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Fui convidado pelos meus futuros sogros a passar a Páscoa com eles e pus os cornos à minha namorada com o meu cunhado.
 
    Estava um tempo do caraças! Há uns dias que não havia nuvens no horizonte. O Sol despontava todos os dias e as férias da Pascoa estavam ali mesmo à porta.
    Em casa dos meus futuros sogros nesta época fazem sempre questão de irem passar estes dias ao Alentejo onde têm uma casa de campo. É gente abastada e a crise económica que o país está a travessar ainda não chegou a casa deles. – O mais teso, sou eu. Um pouco boémio e à procura de trabalho e se puder uma noiva rica. Vivo só com minha avó que me sustenta e me dá uns gitos para as minhas necessidades -.
    Esta família é assim um pouco à antiga e é composta por um casal com dois filhos sendo um deles uma rapariga com quem namoro.
 
De vez em quando vou lá jantar e fazemos um serão bastante agradável. O Eduardo filho do casal, toca viola e a irmã Helena, canta umas coisas. A D. Margarida entretém-se na cozinha e o Sr. Paulo acompanha-me NUNS copos e numa conversa simpática onde afloramos o estado da nação e sobre futebol. Normalmente a D. Margarida depois dos seus afazeres domésticos junta-se a nós na conversa, o Eduardo também se junta a nós enquanto a Helena vai buscar uns aperitivos, e junta-se a mim namoriscando e passamos uns serões agradáveis. È uma família tradicional daquelas que raramente se encontra, o senhor Paulo é empresário, a D. Margarida é doméstica, – como manda a tradição – o Eduardo e a Helena são estudantes, ele raramente sai à noite e ela só sai comigo depois das horas da universidade.

 

 
 
    Naquela quarta-feira falaram que iriam passar estes dias da Pascoa ao Alentejo. Iam na Sexta-feira à noite e só vinham da terça de tarde.
    A conversa estava interessante quando tocou o telefone. Era uma colega da Helena a confirmar a ida a Madrid neste fim-de-semana com a turma da escola e que já tinha os bilhetes para ela.
      – Quem era? – Perguntou a mãe.
      – Era a Isabel a confirmar o passeio da turma a Madrid este fim-de-semana. Eu já lhe tinha dito que talvez fosse com as minhas colegas e a mãe disse que sim.
      – E por acaso já tinhas contado ao João? Sempre é teu namorado! – Perguntou o pai por sua vez.
      – Não Pai! Ainda não havia a certeza e até julgava que tinha ficado tudo sem efeito.
      – Sabe Sr. Paulo, há coisas que ela só me conta à última da hora! – Disse eu.
      – Mas já tínhamos falado sobre o assunto e tu disseste que não te importavas desde que fossem só raparigas. Ciumento!
      – Sim de facto falaste no assunto mas assim à última hora. O que é que eu faço nestes dias? Certamente não vou passar a páscoa só com a minha avó!
      – Não senhor! – Levantando-se disse o Eduardo – O João vai connosco é uma oportunidade de conhecer a nossa quinta e eu mostrar-lhe as cantigas que ando a escrever e vocês não ligam nenhuma. Tá bem ou não está?
      – Concordo em absoluto. E já agora para apreciar o meu vinho branco que é uma delícia. Retorqui-o o Sr. Paulo.
      – Tudo bem! – Disse a matriarca da família. Vem connosco sim senhor, e sempre se vão habituando a não andarem sempre juntos como os pombinhos.
      – Cá por mim, tudo bem! – Disse a Helena.
 
    Apanhado no meio de toda aquela conversa e proposta de um fim-de-semana diferente só tive de aceitar.
    Combinámos o que teria de levar em termos de roupa e a que hora estaria em casa deles para a viagem.
    O Eduardo que normalmente até á de poucas falas, foi perentório.
      – Não senhor, nós passamos por tua casa para te buscar.
    Depois de tudo isto, acabámos o serão com mais uma conversa da treta.
    Fui até ao quarto da Helena namoriscar mais um pouco. Os beijinhos da praxe e os desejos recíprocos de um bom fim-de-semana.
 

 

 

 

    Chegámos já eram para ai umas vinte e uma horas e de imediato as tarefas foram distribuídas pala D. Margarida. O  Paulo iria mostrar-me a casa e o meu quarto e o Eduardo iria despejar o carro colocando as compras na cozinha e as malas de cada um nos respetivos quartos, enquanto ela iria fazer o jantar.

 

D. Margarida pessoa experiente nestas coisas já trazia o jantar meio amanhado pelo que não demorou muito a ir para a mesa que o Eduardo já começava a montar.
    O Sr. Paulo levou-me a ver toda a casa e a adega de onde tirou o vinho para a refeição ao mesmo tempo que dizia:
     – Sei que o João gosta de um bom vinho branco portanto leva este que está fresquinho já dentro de um frapê para levar para o seu quarto. Os homens cá em casa, temos a mania de ter no quarto sempre um bom vinho branco fresquinho. São manias que você um dia vai descobrir.
    Não compreendi bem aquela mania mas aceitei.
    Quando entramos na cozinha já estava tudo pronto e cheirava que era uma delícia. Sentamo-nos e começamos o repasto.
     – Hoje já não dá para lhe mostrar a quinta mas amanhã também é dia.
     – O meu marido mostrou-lhe a casa e o seu quarto?
     – Sim mostrou. É quase um apartamento com casa de banho particular e tudo.
     – É o nosso quarto de visitas. Está sempre pronto com roupa de cama e toalhas de banho lavadas. Até porque antes de virmos telefonamos sempre para o caseiro para preparar tudo. Só tem um senão. A casa de banho é privada mas a zona de duche dá para dois quartos, o das visitas e o do Eduardo, portanto quando alguém está dentro, tem de fechar a outra porta.
     – Então estás a gostar? – Perguntou o Eduardo –
     – Mas quem não pode gostar de todo este requinte? E a forma como estou a ser tratado? Só é pena que a Helena não tenha vindo.
     – Pois! Vais ver que não te vai fazer grande falta. Nós cá no arranjamos sem ela.
    Chegado o fim da refeição fomos até ao salão, tomamos café e um conhaque e jogamos um pouco de bilhar enquanto D. Margarida prantou-se frente à televisão.
    Já a noite tinha passado para o outro dia quando o Paulo pediu desculpa e disse que estava cansado e iria para a cama. Aproximou-se da mulher deu-lhe um beijo na testa e disse que ia deitar-se.
     – Eu também vou! – Colocou um braço à cintura do marido, olhou para nós e disse. : Até amanhã, meus queridos. – Estava a referir-se a mim e ao Eduardo -.
    Ficamos ainda um pouco contando os nossos gostos e o que fazíamos nas horas livres até que às tantas resolvemos irmo-nos deitar.

 

 

 

    Há muito tempo que não acordava ao som do Canto do Galo. Ainda estive uns minutos para espertar. Levantei-me e fui até à janela e fiquei maravilhado com a paisagem tendo ao fundo o começar do raiar do Sol. Espreguicei-me e fui até ao banheiro, desfiz a barba, peguei na toalha de banho e dirigi-me à zona do chuveiro. Esqueci-me da recomendação que aquela zona tinha duas portas e não fechei a que condizia com o outro quarto.

 

 
    Mal entrei deparou-se-me a linda figura do Eduardo de costas com os seus cabelos louros e compridos colados às costas e aquelas nádegas lindas salpicadas de gotas de água que lhe dava uma beleza estonteante.
    Como hipnotizado pela beleza do Eduardo – nunca o tinha visto assi – Deixei cair a toalha que trazia presa à cintura e fiquei completamente nu e entrei na box.
    Eduardo notando a minha entrada, rapidamente se virou e ficamos frente a frente
    O meu pito já estava a começar a levantar-se e os músculos dos peitorais já se contraiam.
    Eduardo não resistiu e seu membro até então flácido, começou a erguer-se olhou-me profundamente em meus olhos e pressionou-me de tal forma que me encostou à parede começando a beijar-me. Correspondi sofregamente e ele começou a descer, beijando-me o tórax, A BARRIGA e por fim acabou com a boca no meu pénis qual Andrómeda.
    Eu gemia de prazer enquanto aquele louro gostoso chupava meu membro com todo o carinho mordiscando-o ao mesmo tento que fazia o movimento do vai e vem.
    Quando senti que aquele gozo iria expulsar a bicharada, peguei-lhe na cabeça levantei-a e beijei aquela boca gostosa que vinha com aquele doce gostoso do meu pito.
    Com aquela água morna caindo por nosso corpos, fomos esfregando nossos corpos e nossos membros uma imensa tesão deliciosa.
    A certa altura virei-o e mordicando-lhe o pescoço e colocando minhas mãos no seus ombros fui fazendo pressão para se curvar, – ele não disse nada – e comecei lentamente a penetra-lo até que foi até ao fim. Eduardo estava a adorar, prova que também suas nádegas se iam apertando e o ânus latejando ao mesmo tempo que o meu dito de ia movimentando.
    Com todo aquele movimento lá ia beijando carinhosamente o pescoço do Eduardo.
    Eduardo não resistiu e caiu de quatro no chão, enquanto eu me mantinha firme com ele todo lá dentro e deitado em suas costas. Ambos gozávamos deliciosamente até que não aguentando mais os meus bichinhos lá foram seguindo o seu caminho sentindo o Eduardo todo aquele néctar dentro de si e o que sobrou, escorrer poe entre suas coxas.
    Eduardo não quis que tudo ficasse por ali e pediu carinhosamente para me foder.
Disse: . Porque não? E coloquei-me na posição de andrómeda. Sentei-me na sua piroca metendo-a lentamente enquanto me punhetava. Movimentamos num gozo infernal. Ele veio-se abundantemente. Deixou ficar ainda um pouco em meu ânus até que começou a murchar.
    Deitámos nossos corpos frente a frente esfregando nosso pitos, sentindo-os em nossas barrigas, selando assim o nosso amor proibido.
 

 

 

 

    Passado uns minutos caímos sentados sob o chuveiro, exaustos e realizados naquela aventura.

 

    O que aconteceu no resto daquele fim-de-semana no respeitante à quinta não interessa nada o que tem interesse é que todas as noites que lá estivemos, transamos. Na volta para Lisboa o Eduardo e eu tornamo-nos amantes. 
    Continuei a namorar a irmã e a transar sexualmente com o irmão. Como somos pessoas crescidas e responsáveis ninguém descobre o nosso amor.   
 
Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.
 
Nelson Camacho D’Magoito
 

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Prive Contos Eróticos – Domingo de Páscoa – O Padre | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/04/11/prive-contos-eroticos-o-padre/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/04/11/prive-contos-eroticos-o-padre/#respond Sat, 11 Apr 2020 03:23:00 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2015/11/22/prive-contos-eroticos-o-padre/   Deixei a sacristia e caminhei em direção ao altar. A missa começara e os presentes se colocaram em pé para a primeira oração. Meus olhos temiam se voltar para a primeira fila, mas ao colocar-me diante dos fiéis na casa de Deus, lá estava ele, como sempre, todos os domingos, na última missa. Não …

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Deixei a sacristia e caminhei em direção ao altar. A missa começara e os presentes se colocaram em pé para a primeira oração. Meus olhos temiam se voltar para a primeira fila, mas ao colocar-me diante dos fiéis na casa de Deus, lá estava ele, como sempre, todos os domingos, na última missa. Não sabia o seu nome, nem o que fazia ou onde morava. Sabia apenas que ele freqüentava a missa de minha paróquia todos os domingos e sentava-se sempre na primeira fila. Seus olhos azuis penetravam os meus todas as vezes que os encontrava e meu corpo estremecia diante dos olhos do Senhor.

Quem seria ele? O demônio a me tentar? Se era o demônio, então se tratava do mal disfarçado de anjo. Impossível não admirar aquele homem de mais ou menos quarenta anos, cabelos louros e encaracolados como o mais lindo dos arcanjos, a pele alva e sem marcas revelando a mais límpida das esculturas. Seria ele a encarnação de Davi, de Michelangelo?

Enquanto dava prosseguimento às orações daquela noite, tentando imaginar quem era ele vestindo calças jeans muito justas, camisa branca entreaberta e revelando seu tórax com poucos pêlos. Minha imaginação afoita e curiosa tentava imaginar o que havia abaixo do tórax, mas estes pensamentos demoníacos eram sumariamente barrados quando olhava para o resto da multidão a me observar. Será que estavam lendo minha mente? Será que os fiéis de minha igreja sabiam que o padre que tanto respeitavam estava sentindo a tentação ardente por aquele anjo decaído diante dele, sentado no primeiro banco da casa do Senhor?

Seja como for eu percebia seu olhar penetrante a invadir cada centímetro de meu ser. Ele sabia que eu o desejava e, pior, agia de maneira a me tentar durante todo o cerimonial, seja abrindo as pernas e revelando o volume de seu sexo escondido sob o tecido justo do jeans, seja pelo olhar a me dizer “Padre, sou um pecador!”.
 

O momento da comunhão era o mais terrível. A imensa fila de fiéis ávidos pelo corpo de Cristo era uma difícil tortura para mim. Por alguma razão própria ele era sempre o último da fila, como que para me tentar. A cada hóstia entregue aos fiéis eu olhava para o fundo da fila a imaginar quando chegaria a vez dele. Meus pensamentos eram de repulsa em relação aos demais, justo eu, oferecendo o corpo de Jesus e amaldiçoando cada um deles que me impedia de ver o anjo caído. Mas quando ele estava a cinco ou seis fiéis de mim, o medo de seu olhar me assaltava. E ao se posicionar diante de mim, seus olhos revelavam um misto de volúpia, sacrilégio, desejo, arrependimento e inocência. Sim, ele era um demônio pois tentava-me com seu olhar. Diante de mim, por várias vezes ele olhou diretamente nos meus olhos e deslizou a língua pelo lábio superior, convidando-me para um tipo de deleite que me era proibido e posicionando-a, em seguida, para receber o corpo de Cristo. De repente, despertava daquele meu terrível devaneio e encontrava seu olhar curioso esperando pelo ato da comunhão. Por mais que eu imaginasse tudo eu sabia que ele era o responsável por eu pensar tantas heresias.

Todas as missas era a mesma coisa: mal via a hora de que tudo se acabasse e ele fosse embora dali. Trancava a Igreja imediatamente após a saída do último fiel e me recolhia à sacristia para confessar meus pecados. Mas aquele demônio me perturbava de tal forma que as orações eram entrecortadas com cenas infernais e que me afundavam cada vez mais em pecado. Sempre que me lembrava daquele homem sentado diante de mim eu poderia jurar que durante a missa ele praticou gestos obscenos junto a seu sexo enquanto olhava para mim ou que de seus olhos saltavam serpentes vermelhas a desenhar sob a cúpula da Igreja a palavra “sexo”. Implorava a Deus para que me livrasse daquele demônio e chorava amargamente por sentir desejos proibidos aos olhos do Senhor.

Naquele Domingo de Páscoa eu mal esperava que a missa terminasse. Talvez meus fiéis percebessem que seu pároco havia mudado ultimamente, pois algumas beatas vieram falar-me ao fim da liturgia que estavam preocupadas comigo.

– O Senhor está doente, Padre? – perguntou-me uma delas

– O Senhor está com algum problema, Padre? – indagava a outra

– Que Deus o ilumine, Padre! – dizia a terceira

“Bastardas” – pensava comigo – “Por que não rezam para o seu Deus, o “meu” Deus para me livrar deste demônio?”

E, por mais que elas estivessem ali, preocupadas comigo, lá estava ele, caminhando em direção à saída da Igreja e, entre um passo e outro, lançando um longo olhar para mim. Seu caminhar era deliciosamente sensual e eu sabia o que era ser sensual desde que a visão deste demônio obrigou-me a viajar para uma cidade próxima onde não era conhecido e adquirir revistas de nu masculino. Durante meus anos no seminário eu cheguei a sentir desejo pecaminoso pelos futuros colegas de batina, mas jamais sonhei em tocá-los. Da mesma forma tocar algum daqueles corpos esculturais que recheavam as revistas era algo que jamais poderia conceber. E tampouco me seria permitido tocar o corpo daquele demônio a devorar-me com seus olhos.

Corri para fechar a Igreja, agradecendo porque era mais um Domingo de minha vida em que havia resistido à tentação daqueles olhos infinitamente azuis. Fechei as portas e tranquei-as, apressadamente. Estava ofegante, morrendo de calor, não pela batina em si, mas pelo fogo que ardia dentro de mim. Mas eu sabia que aquele fogo se resolveria com uma boa e demorada ducha gelada seguida de uma penitência.

Caminhei pela nave em direção ao altar. Abaixei-me e fiz a reverência ao Senhor. Quando me levantei, ouvi uma voz atrás de mim. Virei-me e lá estava ele, parado no meio da nave. Impossível descrever o que vi: o demônio parecia realmente um anjo com seu olhar doce e pacífico e pude sentir amor vindo dele.

“Será que Deus condena o Amor, mesmo vindo de um demônio?”

Permaneci estático, sem ação. Pude notar que havia uma aura azul em torno do demônio e esta aura dançava conforme ele passou a caminhar em minha direção. Estremeci.

“O demônio está vindo em minha direção!”

Ele se aproximou do altar e contornou a mesa da comunhão, vindo até mim. Seus olhos não se afastavam dos meus e ele percebeu todo o meu terror e encantamento. Parou diante de mim, o semblante sério, mas muito brilhante. Apanhou minha mão direita e afagou-a. Senti o chão se abrir. Aquele demônio estava me tocando depois de tanto tempo a me contemplar de seu lugar na assistência. Para meu total espanto e sem tirar os olhos de mim ele aproximou minha mão de seus lábios, beijando-a docemente.

– Quero lhe falar, Padre!

O som de sua voz era como um címbalo doce, com certeza mais doce do que os arranjados nas portas do paraíso pelos anjos do Senhor.

Ele continuava sério a olhar em meus olhos. Ele me hipnotizara por completo e tão perto dele pude sentir o seu perfume. Percebi, também, um pequeno reflexo sobre seu peito desnudo. Era suor e eu imaginei que gosto teria o suor de um demônio.

Meus olhos voltaram a encontrar os dele e pareciam me devorar. Sem qualquer gesto pensado ou palavra pronunciada nossas bocas se conectaram num beijo infecto, molhado e cheio de pecado. Ele me puxou contra seu corpo e seus braços me envolveram por sobre a batina. Nossas bocas não se desgrudaram por um instante sequer e eu me senti completamente dominado por aquele demônio diante do altar da casa do Senhor.

O gosto de seu beijo era melhor do que o vinho da liturgia e o gosto salgado do suor em torno de seus lábios detinha o sal que faltava ao sabor da hóstia.

Pensamentos infernais percorreram minha mente naquele instante de euforia eterna. Se o inferno era estar nos braços daquele homem, poderia haver deleite melhor do que o paraíso? E, com certeza, estar beijando aquele demônio fazia eu me sentir às portas dos céus.

Suas mãos seguravam minha cabeça com força e nossas bocas ainda se devoraram naquele beijo pecaminoso. Eu estava beijando um demônio diante dos olhos de Deus, mas o olhar enfeitiçado do Senhor dos infernos me fez esquecer aquilo. E meu espírito insistia em me dizer:

“Amar é nossa maneira de alcançar o divino”.

E eu amava aquele homem. Amei-o desde o primeiro Domingo que ele se fez presente à missa, na Quarta-feira de Cinzas daquele ano. Que estranha observação eu fizera: meu demônio amado me tentara durante toda a Quaresma e me vencera num Domingo de Páscoa. Havia gosto de heresia naquilo, mas uma estranha sensação de prazer por estar pecando me tomou por completo.

Ele continuava a beijar meus lábios com toda a fome do mundo e sua língua insistia em se degladiar com a minha. Durante os atos de confissão algumas jovens inocentemente bobas confessavam que durante o pecado da carne elas costumavam beijar com a língua e agora eu sabia a que elas estavam se referindo.

Ah, a confissão! Por tantas vezes eu absolvi amaldiçoando aqueles pecadores imundos por terem usufruído do prazer da carne e eu ali, sem poder experimentá-lo. Meninas de treze e quatorze anos revelando os atos animais praticados com primos, amigos e mesmo desconhecidos pelo simples prazer de pecar. Se soubessem quantas vezes meu sexo tornou-se rígido ao som de seus discursos cheios de volúpia e falso arrependimento!

Mas agora eu tinha a oportunidade de pecar. Sim, eu queria pecar pois aquele demônio me convidava aos mais sórdidos pecados que se poderiam imaginar. E eu o queria em meus braços naquele instante.

Em determinado momento, sua boca libertou-se da minha e ele sorriu para mim. Ele sabia que eu estava em suas mãos e eu sabia que aquele demônio havia conseguido se apossar de mim. A minha alma agora lhe pertencia e eu não podia fazer mais nada.

Suas mãos começaram a deslizar pelo meu corpo e ele começou a rasgar minha batina com violência. Senti-me todo seu e deixei que ele me libertasse daquela prisão. Sim, a batina era minha jaula de tecido e somente um demônio seria capaz de me libertar dela. Um demônio a libertar-me de meus próprios demônios. A cada ruído do tecido sendo rasgado eu me sentia cada vez mais eu mesmo.

Num instante eu estava quase que desnudo diante de meu príncipe infernal. Sentia-me completamente possuído e consumindo-me em desejo por aquele homem que ora me dominava. Esqueci-me de meus votos de castidade, dos sermões durante as missas, dos conselhos ao confessionário. Esqueci-me de que era um padre e tive certeza de que era um pecador. E senti-me um milhão de vezes melhor por ser um pecador porque eu me sentia eu mesmo, sem máscaras, sem reprimendas, sem auto-penitência.

O demônio admirou meu corpo protegido por uma cueca branca. A mesma cueca que tantas vezes eu puxava de uma maneira a produzir uma tanga e rolava em minha cama desejando ser possuído, não somente pelo espírito, mas de todas as formas que um homem encarnado pode ser possuído.

Ele apanhou minha mão e beijou-a mais uma vez, colocando-a sobre seu ombro direito. Fez o mesmo com a esquerda enquanto eu o admirava com desejo e suava às bicas, não pelo calor em si, mas por todo o instinto animal que estava despertando do meu interior. Permaneci olhando para ele, as mãos sobre seus ombros, enquanto o ouvi dizer:

– Dispa-me, Padre!

Ele falava muito pouco, mas eu entendia cada palavra sua, principalmente as mensagens emanadas de seus olhos. Aquele homem queria o meu corpo e, o que era pior, eu o queria no meu corpo.

Lentamente, levei minhas mãos até o terceiro botão de sua camisa branca, pois os dois primeiros estavam sempre abertos especialmente para me provocar. A camisa se abriu mais um pouco e o tórax foi se colocando à mostra, com alguns pêlos entre as duas mamas e que desciam mais e mais. À medida que desabotoava sua camisa eu seguia seus pêlos com os olhos pelo caminho do paraíso até o umbigo. Percebi, ao afrouxar o último botão, que o caminho de pêlos para o paraíso ia abaixo de sua cintura. Tirei sua camisa e ele sorriu, satisfeito. Admirei seu peito e adorei vê-lo suando todo para mim. Eu não tinha mais controle sobre meus atos e minha boca ordenou-me que lambesse aquele líquido antes que evaporasse. Obedeci imediatamente e enterrei minha língua em seu peito. Ele gemeu e lançou a cabeça para trás, enquanto eu sorvia cada gota daquele néctar salgado. O contato com sua pele e o cheiro dele começaram a revelar que eu próprio não passava de um demônio. Éramos dois demônios agora e, com certeza, estávamos nos deliciando em nosso próprio paraíso.

Ele começou a afagar meus cabelos enquanto eu o lambia e pus-me de joelhos diante dele. O jeans não permitia ver seu sexo crescendo, mas eu sabia o que se escondia sob aquela calça apertada. De joelhos diante dele e do altar, ergui meus olhos para o alto. Não vi a imagem do Senhor na cruz, mas sim os olhos de um demônio a sorrir-me e anunciar-me que ele estava me oferecendo o paraíso naquele momento.

Afrouxei a fivela de seu cinto e ele colocou as mãos atrás da nuca, oferecendo-se para meu deleite. Desabotoei o único botão que me separava do verdadeiro paraíso e tive uma surpresa maravilhosa: o demônio estava sem cuecas.

– Eu não uso! – murmurou ele com um sorriso demoníaco

Eu jamais havia visto aquilo ao vivo: o objeto de meu desejo apontava diretamente para meu rosto. Era enorme, com uma grande cabeça vermelha que eu só conhecia através das revistas que estavam escondidas sob o colchão de minha cama. Era repleto de veias e eu o admirei por algum tempo. Parecia que crescia mais e mais diante de meu olhar.

– É o meu corpo e a sua hóstia, Padre! – disse-me ele – Tome-a!

Olhei para ele, hipnotizado. Espasmos de desejo invadiram o meu ser e, sem retirar os olhos do demônio, aproximei minha língua da imensa lança de carne à minha frente. Toquei a ponta da língua em sua cabeça vermelha e lambi um líquido viscoso que ela expelia. O demônio estremeceu e mandou que eu continuasse.

– Isso, Padre! Toma a sua hóstia pois o vinho branco virá em seguida! Tomai e comei! Tomai e bebei o meu corpo e o meu prazer, padre!

Obedeci, sentindo-me faminto por aquele homem. Engoli sua espada de carne e eu sabia que aquela espada me conduziria ao fogo do inferno, mas eu já estava perdido há muito tempo. Era apenas uma questão de tempo para GANHAR o inferno para sempre tamanha a sordidez de meus atos.

O demônio gemia a cada movimento de minha boca em torno de seu corpo roliço e recheado de veias. Eu não tirava os olhos dos seus e ele sorria, satisfeito. Começou a movimentar o quadril, o que aumentava o vai-e-vém dentro e fora de minha boca. Comecei a me sentir extremamente vulgar e agora sabia o que sentiam as vagabundinhas que confessavam mediante falso arrependimento que seus namorados as “obrigavam a chupá-los”, achando que uma Ave-Maria e dois Padre-Nossos resolveriam a questão. Que grande mentira! Elas adoravam fazer isso, da mesma forma que eu me deliciava agora em chupar meu homem com uma fome indescritível. E o melhor de tudo é que aquele homem era somente meu, não teria de dividi-lo com ninguém!

A cada entrar e sair seu membro se tornava mais rígido e eu mal sabia o propósito daquilo. Enquanto o chupava, instintivamente, fui retirando suas calças, meias e sapatos, sem deixar de sugá-lo por um instante sequer. Comecei a perceber um lado ousado em mim e que parecia ter estado adormecido por anos. Sentia um poder felino despertando e parecia que uma pantera faminta por sexo e prazer estava finalmente se libertando.

Quanto mais eu o chupava diante do altar, mais prazer eu lhe proporcionava. Suas mãos macias afagavam meus cabelos e eu não pensava em mais nada a não ser lhe dar prazer. Lambi o suor em torno de seus testículos, enterrei minha língua em seus pêlos púbicos e senti, pela primeira vez, o sabor do líquido seminal de um espécime macho. Deus não deveria ter criado Adão e Eva, mas Adão e o demônio e Eva e a demônia, cada qual com sua metade antagônica para se deliciar nas volúpias do sexo e do prazer.

À medida que estes pensamentos me assaltavam eu sentia em meu interior que aquilo não poderia ser condenável. Por mais luxurioso que fosse o momento eu amava aquele demônio desde o primeiro dia e ele a mim, eu sabia disso.

De repente, ele me impediu de continuar chupando-o e sentou-se ao meu lado. Puxou-me com força contra ele, arrancou a última peça de tecido a esconder minha vergonha e segurou meu instrumento em suas mãos com desejo. Ele começou a crescer diante do contato daquele homem e gemi de prazer quando o demônio engoliu-o em sua boca úmida e quente.

– Meu Deus, que delícia!

Eu ousara pronunciar o nome de Deus naquele instante e um arrependimento invadiu-me, momentaneamente. Mas ao perceber a vontade insaciável de meu homem em me chupar repeli todo e qualquer pensamento de culpa ou reprovação. Aquele momento era somente meu e dele e de ninguém mais.

O demônio me chupava com uma ferocidade única. Jamais havia sido chupado por ninguém, nem mesmo por coroinhas pelos quais eu me masturbava no banheiro e agora sentia que imenso prazer eu perdi de sentir durante anos. Minhas pernas engancharam-se em torno do pescoço de meu homem, enquanto ele me chupava e me devorava com os olhos. Cheguei a sentir medo daquele olhar, como se ele planejasse muito mais do que devorar a minha alma.

Delirei de prazer e conclui que o sexo era uma forma especial de alcançar o divino. Eu estava amando aquele homem e se eu o amava eu estava perto de Deus.

Logo ele deixou de me chupar também e colocou-me de quatro, voltado de frente para o altar. Meus olhos encontraram a cruz, mas não senti vergonha. Sorri para ela porque estava realizado em pecado. E não pretendia afastar-me dele nunca mais.

O demônio aproximou sua boca do meu ouvido e começou a murmurar palavras obscenas. Comecei a me deliciar com aquilo e molhei meus lábios com a ponta da língua, ao mesmo tempo que o senti invadindo meu ânus com um de seus dedos. Senti um ardor estranho, uma mistura de dor e prazer que nunca havia sentido pois jamais praticara tal ato nem mesmo na solidão de meu aposento. Vez ou outra ele retirava o dedo de mim e me obrigava a chupá-lo, lubrificando-o com minha saliva. Por fim, o demônio enfiou dois dedos de uma única vez e me disse que eu estava “pronto”.

Eu não sabia o que ele queria dizer com aquilo, até que ele se posicionou atrás de mim e começou a forçar meu ânus com sua espada de carne. Comecei a sentir medo pois não conseguia imaginar aquela enorme tora vermelha passando pelo meu orifício anal tão apertadinho. Senti-o me dilacerando e comecei a gritar. Meus olhos se encheram de lágrimas e pude vislumbrar o altar mais uma vez à minha frente.

Aquele macho feroz começou a me comer com um apetite tamanho que achei que iria me matar. Socava com violência e penetrou-me de tal forma que sentia seus testículos batendo contra minhas nádegas. Ele me puxou pelo ombro e encostou minhas costas em seu peito, lambendo minha orelha e me dizendo palavras imundas.

– Quero você, padre…tô lhe comendo, padre…gosta de ser fodido, padre? Gosta do seu macho metendo no seu cuzinho, seu safado? Vou derramar minha porra no seu cuzinho, padre!

Quanto mais ele dizia aquelas coisas mais eu rebolava pois percebi que o rebolado dava não somente prazer a ele, mas a mim também. O demônio não queria tomar a minha alma, mas sim fundir a minha alma na sua. E eu queria aquilo mais do que qualquer outra coisa na vida. O movimento era frenético e ele bombeava com gosto enquanto eu olhava para o altar.

– Tá gostando, padre? Tá gostando da minha pica no seu cu imundo? Quero você, padre! Vou lhe comer, padre…vou lhe fazer gozar aqui no altar…vamos gozar juntos, padre. Eu e você, padre, gozando no altar, ouviu? Vou derramar porra no seu corpo! Quero você, padre, quero lhe foder, quero gozar em você, quero um beijo seu, padre! Padre, eu o amo…eu o quero pra mim, padre!

Ele arfava como um cachorro ofegante e dizia estas delícias em meu ouvido. Delirei de prazer enquanto ele arremetia mais e mais. De repente, ele mudou de posição, deitando-se de costas para o altar e obrigando-me a sentar sobre ele. Novamente os meus olhos encontraram a cruz, a única testemunha de meu pecado. Haveria pecado mais delicioso do que aquele cometido justamente diante dos olhos de Deus?

Sentei em seu cacete e o mesmo ardor inicial se repetiu. Ao invés de reclamar, passei a ponta da língua sobre os lábios, umedecendo-os e voltei a rebolar sobre o demônio, que se contorcia de prazer. Ele me queria cada vez mais sórdido e eu queria dar este capricho a ele. Ser dele, somente dele, dentro da própria Igreja.

Ele gemia muito enquanto eu aprendia rápido como um macho cavalga seu homem. Passei a molhar a ponta de meus dedos com minha saliva e umedecer os mamilos de meu homem, os quais estavam muito rígidos. O demônio adorou aquilo e me comia com seus olhos.

– Me coma, demônio! – murmurei – Come o seu padre para que possamos gozar juntos no paraíso!

– Vai, Padre, rebola gostoso em cima de seu macho…você sempre quis esta pica, agora rebola! Beba o meu vinho branco assim que gozá-lo especialmente para a nossa liturgia!

Ele me fez sair de cima dele e colocou-me novamente de joelhos diante dele. Permaneci com a boca aberta pois sabia o que ele pretendia enquanto massageava seu membro rígido e úmido. Não demorou muito e ele urrou como um animal, ao mesmo tempo que um jato de porra quente escapou de seu pênis e atingiu-me o rosto. Mirei minha boca e o deixar gozar dentro dela. Não permiti que nenhuma gota fosse desperdiçada e engoli seu cacete melado pelo delicioso vinho branco. O gosto salgado fez-me desejar que o vinho da liturgia tivesse aquele gosto em todas as missas: gosto de porra quente.

Depois de alguns segundos, ele se abaixou e me deitou novamente, deixando-me apoiado de costas sobre os cotovelos. Abocanhou meu cacete rígido e envolveu-o num banho delicioso de saliva que me fez delirar. Gozei imediatamente, tamanho o meu tesão e ele bebeu meu leite branco com vontade. Logo ele estava sobre mim, olhando-me nos olhos com os lábios melados pela minha própria porra. Sorriu e me beijou, misturando nossos sabores. Senti a consumação de minha perdição naquele beijo repleto de pecado. Seria ele realmente o demônio?

Descansamos por alguns minutos e trocamos juras de amor. Ele não me disse nada sobre ele, pois o momento era mágico e permitia apenas que nos amássemos. Passamos a noite toda trepando como animais e jamais me senti tão amado aos olhos de Deus.

No Domingo seguinte, pela primeira vez em muitos anos, estava feliz por rezar a última missa do dia. Entrei rapidamente e corri para o altar para saldar os fiéis. Mas meu coração se entristeceu: ele não estava lá! Procurei-o na multidão enquanto aplicava o sermão e esperei-o durante a fila para a comunhão. Pensei em seu gozo e no seu membro rígido enquanto bebia o vinho e engolia a hóstia da liturgia.

Passaram-se vários domingos, mas ele nunca mais apareceu. Eu o esperava faminto, doido para pecar e havia comprado apetrechos na cidade vizinha e os usava sob a batina, esperando que ele os descobrisse, mas o demônio nunca mais voltou. E eu sequer sabia o seu nome pois quando transamos eu o sentia apenas como o próprio diabo.

Meu coração seguiu triste, até que, NUMA Segunda-feira, ele bateu mais forte. Era a terceira vez que aquele rapaz moreno de cabelos ondulados, vestindo jeans e camiseta se sentava no mesmo lugar onde o meu demônio preferido costumava se sentar. Seus olhos verdes me devoravam durante a missa e eu percebia o volume sob o jeans apertado enquanto falava diante do altar. Vez ou outra ele sorria para mim e fazia questão de beijar a minha mão depois de entregar-lhe a hóstia entre os lábios carnudos, mais carnudos que o fruto proibido. Finalmente concluí o que tinha acontecido: ele voltara, com outra forma. Era um outro corpo, mas ele voltara para mim. Naquele mesma noite, tornei a pecar nos braços daquele novo corpo.

De tempos em tempos o demônio volta a me possuir, cada vez mais lindo, mais sexy, mais potente, mais insaciável.

E cada vez eu o amo mais…



 
 

Fonte

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Prive Contos Eróticos – VAQUEIRO SAFADO,GOSTOSO & SARADO | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/04/08/prive-contos-eroticos-vaqueiro-safadogostoso-sarado/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/04/08/prive-contos-eroticos-vaqueiro-safadogostoso-sarado/#respond Wed, 08 Apr 2020 23:45:00 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2015/11/25/prive-contos-eroticos-vaqueiro-safadogostoso-sarado/ Os fatos que vou relatar acontecerão quando eu era muito jovem, era menino bonito, branco, com corpo forte, mamãe dizia que minha bunda era grande, às vezes quando estava só olhava ela no espelho e passava a mão… Final do ano, férias na escola, fui para a fazenda de meu avo…. Chegamos na fazenda à …

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Os fatos que vou relatar acontecerão quando eu era muito jovem, era menino bonito, branco, com corpo forte, mamãe dizia que minha bunda era grande, às vezes quando estava só olhava ela no espelho e passava a mão… Final do ano, férias na escola, fui para a fazenda de meu avo…. Chegamos na fazenda à noite… Estava tão excitado, que quase não consegui dormir, acho que tive pesadelos a noite toda… Pela manha antes do sol nascer já iniciava o movimento na fazenda, levantei e fui para o curral tomar leite do peito da vaca… O velho Zé, vaqueiro de muitos anos na fazenda, ficou feliz em me ver, como esta seu André? Sumiu de nois… No curral outro homem tirava leite, ele soltou o bezerro e veio em nossa direção com o balde de leite na mão, era um rapaz jovem de uns 20 anos, moreno escuro, forte com uma expressão máscula no rosto… Vovô Chico falou: André esse é o Rubens, ajudante de vaqueiro. Ele sorriu sem graça, olhou firme para mim e saiu calado para ordenha outra vaca. Tomamos o leite e voltamos a sede. Andei muito a cavalo, tomei banho de rio… Chegou o natal, o final de ano, já estava na fazenda a mais de quinze dias… Mamãe voltou a São Paulo… Eu fiquei na fazenda ate fevereiro… No inicio de janeiro vovó Julia ficou doente, vovô Chico levou ela para Uberlândia no medico, no dia seguinte ele voltou à fazenda para pegar umas roupas, ela teria que ficar internada. Vovô Chico chamou Rubens e disse a ele: você cuida de André, não o deixa sair a sozinho a cavalo, e vem dormir aqui na sede, faz companhia a ele… Eu e Rubens ficamos dormindo sozinho na sede… Ele veio dormir em meu quarto, minha cama ficava junto à janela e a dele perto da porta… Na segunda noite, estava conversando com a luz apagada, era lua cheia, pela beirada do telhado entrava uma claridade que era quase dia… Falei: a lua esta muito clara, se abrir à janela da ate para ler… Rubens perguntou se queria que ele abrisse a janela… Disse que sim. Rubens levantou e caminhou ate a janela, ele estava colado a minha cama, quando ele abriu a janela entrou um clarão de cheio sobre seu corpo, iluminado ele como se estivesse sobre um refletor… Levei um surto… Rubens estava completamente nu e com o pau super duro, muito próximo de mim, era muito grande, nunca tinha visto uma rola assim, não sei exatamente como aconteceu… Mas pelo impulso peguei na rola dele e fiquei segurando, ele olhava para minha mão…. Tive desejos na hora de chupar aquele pau, de ficar segurando, era grosso e grande, não cabia direito na minha boca… Fiquei com o pau super duro também… Ele ficou em pe ao lado da cama, depois deitou comigo… Ficamos esfregando um no outro, pegando no pau, chupando… Ele só pegava no meu pau batendo uma punheta sem falar nada ate gozar… Do pau dele saiu tanta porá que melou toda cama… Eu segurava o pau dele sem querer soltar… Logo estava duro de novo em minha mão… Fiquei punhetando ele lentamente… Depois chupei de novo… Fiquei um tempo passando a língua na cabeça Ele pegou meu pau e ficou batendo uma também… Ele começou a beijar meu pescoço, depois minha orelha… Eu fiquei quieto… Sentia uma coisa diferente no cu… Deitei de lado colocando meu corpo colado ao dele, ele colocou o pau entre minhas perna e ficou me apertando firme, passando a língua na minha orelha.. Comecei a gozar… Ele gozou de novo… Acordamos já de madrugada, estava com frio, fechamos a janela, ele foi para sua cama… Durante o dia, não falamos nada sobre a noite anterior… Pouco depois de escurecer, já estávamos no quarto para dormir… Estávamos tímidos, ele deitou na cama dele, ficamos conversando, podia sentia a respiração um do outro, levantei e disse que ia beber água, quando voltei pela claridade da porta pude ver Rubens nu e de pau duro… Não fechei a porta, fui direto ao seu pau e peguei, abaixei e o coloquei na boca… Ele fazia carrinho em minha cabeça… Deitei na cama dele… Ficamos abraçados, ele beijou meus lábios devagar, depois ficou alisando meu corpo… Pegando na minha bunda… Eu estava muita tezão… Ele levantou e agachou ao lado da cama… Beijou todo o meu corpo, chupou meu pau… Depois beijou minha bunda, levantou minhas pernas e ficou beijando meu cu… Fiquei tão excitado que gozei logo… Ele continuou a lamber meu cu, depois ficou enfiando o dedo… Ele deitou ao meu lado… Peguei seu pau e bati uma punheta ate ele gozar… No outro dia, depois do almoço saímos a cavalo e fomos tomar banho de rio… Ficamos nus… Entramos num matinho e ficamos chupando o pau um do outro… Ele enfiava o dedo no meu cu… Eu tinha muita tezão… Depois desse dia, passamos a falar abertamente de nossa tezão… Ele dizia que queria entrar em mim… Que eu seria a putinha dele, que ia me comer todo… Eu falava que a pau dele era gostoso e que eu não iria agüentar ele todo… Ele passou a colocar a cabeça do pau contra meu cu e forçar para entrar, doía muito… Uma noite levantei e peguei a manteiga de leite de vovó que era sem sal, ele chupou muito meu cu, depois passou a manteiga de leite no pau e no cu… Estava desejando dele me comer… Estávamos deitados de lado, ele forçou, doía muito… Ficamos parados… Quietinho… Acho que relaxei e a cabeça do pau entrou, ele empurrou mais um pouco e foi penetrando minha carne quente… Comecei a gozar, doía, mas o prazer maior… Ele foi entrando, entrando ate que entrou tudo… Falei para ele ficar parado… Ficamos quietos… Sentindo aquele fogo no cu… Depois comecei a sentir que estava querendo gozar de novo, comei a falar para ele me comer, para não parar… Ele comeu a beijar meu pescoço e a me fuder mais forte, mais forte… Ate gozar… Gozamos juntos… Depois desse dia ele passou a me comer todas as noites, gozava as vezes com ele me comendo, sem tocar o pau… Vovó ficou 22 dias no hospital, Vovô Chico veio à fazenda algumas vezes e voltava para cidade… No meio do mês de fevereiro minha mãe veio à fazenda e me levou embora… No dia anterior a minha partida saímos a cavalo e fomos para o nosso local na matinha perto do rio, ficamos abraçados… Ele me beijou muito, não fizemos sexo… Rubens chorou e disse que já sentia saudade, que me amava… Que não ia me esquecer… Disse que voltaria nas ferias de julho… Partimos para São Paulo na madrugada seguinte… Em julho não voltei a fazenda, só no final do ano seguinte, Rubens não trabalhava mais lá… Vovô Chico disse que ele tinha se demitido logo após nossa partida… Que não tinha noticias dele… Uns cinco anos depois Zé Vaqueiro me disse que ele tinha passado pela fazenda e perguntado por mim, que tinha casado e morava no município de Vazante, perto de Patrocínio… Vinte anos depois, meus avós tinham falecidos, Zé já não era mais vaqueiros, minha mãe e seus irmãos resolverão vender a fazenda, eu era advogado em Belo Horizonte, fui encarregado da venda… Aproveitei um feriado prolongado e fui para fazenda, que estava muito abandonado, sem a energia de Vovô Chico, fiquei só na casa sede… O novo vaqueiro casado de novo pouco aparecia, Na sexta feira a tarde estava sentado na varanda da frente quando desceu uma moto pela estrada, o motoqueiro parou na frente da sede, tirou o capacete, olhou para mim e perguntou: Seu André? Olhei para ele, não podai acreditar era Rubens… Muito mudado, diferente, gordo, com a cara envelhecida… Sou eu e você é o Rubens? Ele sorriu, só ai eu não tive mais duvidas, era meu vaqueiro, meu amante de adolescência, o homem que fazia parte de todo os meus sonhos… 20 anos tinha se passado… Ficamos nos olhando, calados… Depois ele disse o senhor não mudou muito, esta mais apessoado agora… Não me chama de senhor, somos amigos… O tempo não apaga as boas lembranças, as coisas boas da vida… Eu estava muito excitado, sentia o pau duro… Tinha esperado muito esse encontro… Ele disse que queria beber água… Entramos na casa escura já era quase noite, o fogão apagado… Sentamos na cozinha e ficamos conversando, ele acendeu o fogo… Ele tinha casado, tinha três filhos, eu também já estava casado com minha segunda mulher.. Depois ficamos relembrando da fazenda do passado… Eu estava um pouco sem graça… Mas acabei perguntando: e você, depois daquela época transou novamente com homem? Ele sorriu sem graça e disse: nada, fiquei muito triste com sua partida… Aquilo foi muito diferente… Ate hoje tenho muita saudade de nossas brincadeiras… Olhei para ele e disse: eu nunca esqueci você, sonhei muito em lhe reencontrar e fazer com você tudo que fazíamos antes… Estou muito feliz de você esta aqui… Ele me olhou e disse: o senhor não me quer mais, sou um homem velho, maltratado já não sou mais jovem… Olhei para seu pau, duro que fazia um enorme volume na calça… Ele olhou para o pau e disse: o senhor me deixa assim, parecendo menino… Levantei, fechei as janelas da cozinha, a porta da sala já tinha fechado… Fui ate ele e abri sua braguilha e tive a grande surpresa de reencontrar aquele pau lindo, maravilhoso, muito maior e mais grosso que nos meus sonhos e lembranças… Chupei ate-o gozar na minha boca… Depois fomos para o banheiro e tomamos banho junto… Fomos para uma cama de casal e amamos a noite toda… Ele era tranqüilo, forte, seu corpo maltratado dava a ele uma energia diferente de outros homens que tinha conhecido, era um macho que sabia tratar um outro com desejo e carrinho, rude e sereno, firme e ciente do que tinha que fazer… Nunca tive tanto prazer em minha vida, nunca fui tão possuído como naquele final de semana… Ele me perguntou se tinha tido outros homens… Tive vontade de falar para ele do Bombeiro (isso eu conto em outro conto) que conhece em São Paulo depois que fui embora da fazenda, de outras transas… Mas achei que seria melhor ficar só eu e ele naquele segredo do passado e presente… Como era sexta feira… Rubens pode ficar sábado e domingo comigo, ficamos em nossa lua de mel particular… Ele foi embora segunda pela manha e nunca mais tive noticias dele. Ainda tenho saudade de sua mão me tocando o corpo, de sua boca e é claro daquela rola maravilhosa… Se você é homem, casado, ativo, dotado e gosta de outro homem casado, passivo, discreto, macho e safado de noticias..

 

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Espiando o irmão no chuveiro | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/03/04/espiando-o-irmao-no-chuveiro/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/03/04/espiando-o-irmao-no-chuveiro/#respond Wed, 04 Mar 2020 18:40:06 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/?p=14005 Após mais um dia de trabalho duro na barraca do batata, Todinho volta exausto pra casa a fim de uma ducha… E achando que estava sozinho no barraco, ele tinha certeza que o banho seria um daqueles bem demorados! Mas chegando no banheiro, ele encontrou seu irmão mais velho esfregando a rola dura no chuveiro.

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Após mais um dia de trabalho duro na barraca do batata, Todinho volta exausto pra casa a fim de uma ducha… E achando que estava sozinho no barraco, ele tinha certeza que o banho seria um daqueles bem demorados! Mas chegando no banheiro, ele encontrou seu irmão mais velho esfregando a rola dura no chuveiro.

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Prive Contos Eróticos – Sarado no Carnaval do Rio – FINAL | rem-stroika.ru //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/02/22/prive-contos-eroticos-sarado-no-carnaval-do-rio-final/ //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/2020/02/22/prive-contos-eroticos-sarado-no-carnaval-do-rio-final/#respond Sat, 22 Feb 2020 23:54:57 +0000 //rem-stroika.ru/your-erotic-stories/?p=7664 Bem, já que o Carnaval está chegando e novas putarias estão em vista, é bom eu logo terminar o que aprontei no ano passado.   Pra quem não leu o meu outro conto, sou o tipo saradão, rato de academia. Treino muito mesmo há seis anos e antes disso, sempre pratiquei esportes, era do time …

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Bem, já que o Carnaval está chegando e novas putarias estão em vista, é bom eu logo terminar o que aprontei no ano passado.

 


Pra quem não leu o meu outro conto, sou o tipo saradão, rato de academia. Treino muito mesmo há seis anos e antes disso, sempre pratiquei esportes, era do time de vôlei. Agora estou só na malhação e meu peso varia entre 89 e 92 kg. 



O que mais chama atenção é a bunda redondona, carnuda e empinada. Não tem jeito, o pessoal olha mesmo: ela é grande, dura e naturalmente lisa. Desde pequeno, sempre fui rabudo, mas malho legal o corpo todo, pra ficar bem proporcional. Porém dou uma atenção especial pro rabão e fico louco quando percebo que os caras estão super a fim de me pegar.


Então, eu estava no Rio, pronto para entrar na balada de sacanagem chamada Elite. Estava vestido de putão menininha gostosa, com camisetinha branca, tapa sexo fio dental branco todo socado no regão liso laceado (de tanto dar o cu) e mini saia vermelha bem curta que deixava praticamente metade da bunda aparecendo. Tava bem ordinário e exibidão pra encarar a famosa putaria entre machos no Carnaval que rola lá dentro.


Como a minha bunda é toda lisa e já estava melada pelos caras que me cataram lá fora, mais algumas biritas na cabeça, estava muito safado, bem devasso pra satisfazer a galera e entrar na festa de foda.
O lugar tem uma estrutura simples, todo de madeira, com uma banda típica de Carnaval tocando marchinhas antigas. O salão estava meio escuro e tem algumas sacadas pra tentar amenizar o forte calor que fazia.
Estava bem cheio e o clima era de azaração sem frecura, diferente dos lugares de São Paulo: o pessoal dançava, alguns de sunga, outros de bermuda e poucos, como eu e meus amigos, vestidos de mulher pra zuação.
De cara um moreno safado baixinho passou a mão na minha bunda e falou:
_ Que coisa gostosa hein …
Eu nem respondi, mas já senti que ia rolar muita sacanagem mesmo, pela cara de pau do safado.
Meus amigos foram até o bar pegar cervejas, enquanto eu andava pelo Elite, sentindo já algumas mãos no meu rabo, mas eram toques de leve, geralmente logo disfarçados. Coisa que eu já estou acostumado.
Haviam me dito que no andar superior tinha uma suruba sem limites, que era só subir e sentir a foda rolando solta. Então, fui até as escadas, e notei aquele cheiro de sexo, uma mistura de porra e suor, do jeito que o diabo gosta.
O pessoal se amassava, batiam punheta, uns abaixados e chupando. Mais para os cantos, safados davam e comiam o cu de outros numa boa, sem cerimônia alguma. Era um tesão só, gente ! Ao som das músicas de carnaval que rolavam embaixo, à meia luz e sexo à vontade… Coisa de louco.
Enquanto eu andava, sentia tanta mão no meu rabo e alguns dedavam meu cu melado e ficavam na fissura. Fui para um canto do lado direito e tirei aquela sainha de piranha, ficando só de tapa sexo mesmo. Tinha uns caras com a sunga toda abaixada, outros tiravam tudo, então mandei ver: fiquei só de tapa sexo fio dental, com a bunda daqueles jeito, bem gomada, musculosa e engolindo todo o fiozinho de lycra. Na frente, cobria todo o meu pau. Tirei a camiseta e estava bem solto, só de fio dental e tênis.
Uns caras falavam putaria pra mim, que eu “tava de brincadeira”, que “meu rabo era show”, que eu “tava ali pra provocar com a bunda gostosa de fora” … e coisas desse tipo, bem cachorro pra macho. Porém, eu primeiro queria sentir melhor a situação, andar assim, bem viado oferecido, deixar pegarem no meu rabo, me alisarem e sentirem minha bunda melada, meio grudenta, por causa da porra dos safados que me comeram lá fora.
Andando um pouco nessa suruba louca, percebi que ainda havia um quarto escuro, totalmente apagado. Era um banheiro sem luz, adaptado pra dark room (quem já esteve no Elite, sabe do que estou falando). Lá dentro, só se ouvia o pessoal comendo e dando, era muita mão e pica na escuridão total. Só de entrar, já veio um caralho querendo encostar no meu rego, mas eu saí e continuei ali no andar da putaria.
Me debrucei no mesanino e senti um pau duro no meu rabo. Ao olhar pra trás, vi que era um garoto novo, por volta de 18 anos, magro, meio franzino, mas com cara de tarado e olhando na seca pra minha bunda. 
Falei pra ele:
_ Faz o que você quiser, garoto.
Ele respondeu pegando no pau:
_Humm, saradão e putinha ao mesmo tempo … Que delícia !
Ele, meio louco, como se não tivesse acreditando, tirou o fio dental do meu rego e meteu o pau na boa, até o talo. A pica deslizava toda e o garoto delirava, metia que nem cachorro com tesão e falava que meu cu era delicioso e estava melado.
Eu dava uma empinada e ele dizia que logo iria gozar. Em volta já havia dois caras se masturbando e outros querendo chegar junto. Comecei a bater punheta pros dois, mas falei que não era pra gozarem, pois queria levar a rola de cada um, depois do garoto comedor. 
Ao dizer isto, um deles pirou de tesão e gozou ali mesmo, na minha mão. Falou que eu era um puto rabudo e que não tinha aguentado. O magrinho que me comia também mandou dois jatos de porra no meu cu. Pude sentir legal o buraco ser enchido de leite, porque ele gozou muito em duas leitadas.
Peguei o pau que estava punhetando e apontei pra trás de mim, levando a segunda pica direto. Desta vez, era um negão com cara de malandro, que disse que ia me currar ali dentro e depois me oferecer pros outros, porque era isso que eu merecia.
Aí ele tocou meu ponto forte: ser usado por macho safado que me come e me distribui pro pessoal. Senti meu pau latejando enquanto o negão bombava forte e inclinou meu corpo pra frente. Formou uma rodinha e ele ia falando pros caras que eu era um rabudo gostoso, que ele ia me oferecer depois de gozar no meu cu liso.
Daí a galera se animou perto de mim, eu aproveitei e abri a boca perto de um pau, pra mamar gostoso. O cara logo entendeu e enfiou o cacete na minha boca. Putz, que tesão ! O negão me comendo ali no Carnaval e eu chupando um pau desconhecido ao mesmo tempo em que o pessoal se agrupava pra me usar ! Aquilo tava muito bom… 
Só parei um pouco pra tirar o fio dental e segurar na mão, ficando só de tênis, bem exibidão devasso enquanto levava vara.
O negão parou de me comer e falou pro cara que estava do lado dele meter, pra ver como meu cu era guloso. Então, senti outro pau me arrombando. Esse metia mais devagar e parece que aproveitava cada centímetro da minha lomba, alisando e abrindo as bandas pro pau entrar todo no meu cu. Sentia o saco dele roçando as polpas do meu rabo.
O negão continuava a comentar que iria ter mais, que era só chegar e meter, que eu deixava. Com isso, eu ficava ainda mais louco de tesão pra dar o rabo ali naquela putaria gostosa.
Vinha outro pau na minha boca e senti aquele empurra-empurra perto de mim, mas o negão logo organizava e dizia que pra ter calma que eu dava pra todo mundo. Alguns riam, outros se punhetavam ainda com mais vontade.
Aquela cheiro de sexo com suor, aqueles machos safados louco pra meter na minha bunda, aquela punhetada gostosa com direito a pica na minha boca era uma delícia.
Um dos meus amigos estava próximo, observando e fazia sinal pra mim, como se estivesse me apoiando pra distribuir o cu pro pessoal carioca.
A esta altura, eu já tinha perdido a conta de quantos revezavam me comendo. O negão já tinha gozado no meu rego mas continuava ali, como se fosse meu dono. Então, ele perguntou se eu não queria descer pra beber alguma coisa. Eu aceitei.
Gosto de fazer um intervalo na putaria, pra segurar o gozo e depois continuar. Além disso, lá fazia muito calor e precisava de água mesmo.
Descemos para o bar e meus amigos disseram que tinham me visto liberando pra galera, que estava na cara que eu queria isso mesmo.
O Julio, que tentou me comer antes de chegarmos lá conversava comigo e naturalmente me dedava. Ficou taradão quando sentiu meu cu laceado cheio de porra. Falou que agora eu tava no ponto pra ele meter sem dó.
Eu me fiz de piranhudo e disse que dava pra ele só com uma condição: se ele arranjasse outro brother pra meter também.
Daí o tesão dele aumentou. Ele me chamou de putão safado e falou que isso não era problema:
_Com essa lomba gozada aparecendo, todo mundo aqui vai querer te fuder, seu rabudo do caralho!
Logo falou pra eu ir atrás dele e subiu em direção ao mezanino da suruba. Só que ao invés de ir pro canto que eu estava antes, dando pro pessoal ele me pegou e fomos para a entrada do dark room.
Foi aí que rolou a maior putaria da minha vida. Ele ficou me beijando na entrada do dark room, ao mesmo tempo em que minha bunda ficava exposta na entrada. Na posição que a gente estava, quem entrasse, teria que se esfregar em mim. O safado do Julio disse que eu ia ser o pedágio da galera: oferecia meu rabo na cara dura pra quem quisesse entrar no dark !
Eu falei que aí era já era muito … mas ele disse que eu merecei isso mesmo: muito pau no cu.
Então, ele me abraçava com uma mão e segurava minha roupa com a outra. Tirei o fio dental e fiquei novamente só de tênis, com a bunda exposta pra quem fosse entrar ali naquela escuridão de prazer.
O pessoal metia sem falar nada, alguns só bicavam no meu cu guloso, outros ficavam metendo sem parar, como se não tivessem acreditando, tinha aqueles que enfiavam o dedo pra sentir meu rego melado de porra.
Eu sentia o leite escorrendo pelas minhas pernas. Meu cu estava muito gozado. Era só bicar que qualquer caralho logo entrava.
De vez em quando o Julio dava umas estocadas fortes pra sentir o buraco laceado e deixar pronto pros taradões ali.
No meu ouvido, uma voz de repente me disse que eu era o rabudo safado mais gostoso e puto que ele tinha conhecido. Eu percebi que era o negão que tinha me rifado antes. 
O Julio bloqueou a entrada do dark e me pôs pra chupar o pau dele enquanto o negão me fodia de novo sem dó.
Senti que alguns gozavam perto de mim e não aguentei. Como já tinha segurado muito, foi demais: gozei ali, sem encostar no pau, chupando a rola do meu amigo Julio e dando pra negão comedor. Que delícia !
Minhas pernas até tremiam de tesão na hora do meu gozo. O Julio percebeu e disse que também ia gozar na minha garganta. Eu, mesmo cansado, tomei tudo. Só que tive que tirar o cacete do negão do meu rabo. Não dava mais, gente.
Ele ficou puto e disse que iria me catar de novo, nem que fosse outro dia. O Julio fez sinal pra gente descer. Eu encostei perto da varanda e ele pegou água pra mim. 
Tinha sido fudido por muita gente, meu rabo estava até ardendo de tanto levar pica, minha bunda e pernas estavam meladas de porra. Suadão e cansado, quis sair dali, exausto. O Julio, que geralmente não fica muito tempo nos lugares, disse que também iria embora. 
Me vesti com o resto da roupa de periguete e demos tchau pro Fernando pra pegarmos um táxi. A exaustão por ter sido bem devasso não cobria minha felicidade em experimentar o melhor Carnaval da minha vida. Espero um dia voltar lá, nem que seja pra fazer o negão safado gozar dentro de mim.

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